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Clareamento Dental: o laser faz ou não a diferença?

clareamento a laserCada vez mais procurado nos consultórios odontológicos, o clareamento dental é uma técnica que age removendo os pigmentos que coram os dentes. Os benefícios estéticos são comprovados; o cuidado com o sorriso aumenta a autoestima e melhora a autoconfiança das pessoas. Mas qual seria verdadeiramente o efeito do laser no clareamento dental, tratado como um “diferencial” pelas publicidades da área? A sua utilização realmente asseguraria maior eficácia no procedimento e mais tempo de durabilidade dos resultados obtidos?

Como se sabe, existem dois tipos de clareamento dental: aquele que pode ser feito em casa, desde que se seguindo corretamente as orientações dadas pelo cirurgião-dentista, e aquele que é feito profissionalmente no espaço odontológico, por meio das luzes halógenas (mais brancas e brilhantes), do laser (a amplificação de luz por emissão estimulada de radiação) ou do LED (em português, “diodo emissor de luz”).

No consultório, o cirurgião-dentista utiliza um protetor gengival no paciente (para que o gel clareador não entre em contato com as gengivas e os lábios), e, em seguida, aplica nos dentes o próprio gel (peróxido de carbamida), formulado para produzir uma concentração de moléculas branqueadoras, denominadas “radicais livres”. Assim, em todo processo de clareamento dental, esses radicais livres – que são reativos por natureza – decompõem os compostos pigmentados que ficaram alojados tanto no esmalte como na camada interna do dente – a dentina.

Quanto à utilização do laser após a aplicação da formulação, a justificativa mais comum é a de que a amplificação da luz pela emissão estimulada de radiação desencadearia efeitos mais rápidos, pois o feixe luminoso ativaria o produto e aceleraria o processo de branqueamento. A verdade, no entanto, é que não existe impacto na ação do laser sobre os géis de clareamento, pois o embranquecimento ocorre por uma reação química da própria substância (peróxido de carbamida), com ou sem o uso dele. O laser, especificamente, teria alguma ação não sobre o clareamento em si, mas sobre a sensibilidade posterior ao procedimento, diminuindo-a.

Teoricamente – embora controverso –, a luz que teria alguma ação sobre os géis é o LED, e não o laser, conquanto geralmente os equipamentos de clareamento a laser também tenham luz de LED acoplados. Ainda aí, é preciso considerar que os equipamentos com LEDs que disporiam da capacidade de ativar o gel clareador são aqueles com intensidades maiores que 300mW/cm2, já que intensidades inferiores a esse número não provocariam o aceleramento da técnica.

O fato é que a literatura científica referente à potencialização do clareamento dental por intermédio das fontes consideradas “ativadoras” ainda é bastante discutível, e, enquanto não chega a um consenso, o que continua sendo fundamental é que todos os interessados neste procedimento possam se consultar com o cirurgião-dentista.

Ao entrar em contato com a qualificada e experiente equipe do SPA Odontológico Luposeli, os pacientes têm, por exemplo, a garantia de contar com a indicação da técnica mais adequada às suas próprias necessidades, sabendo tudo a respeito das suas possíveis vantagens e/ou desvantagens, se há ou não limitações e/ou efeitos adversos e, ainda, obtendo mais esclarecimentos a respeito da própria questão da utilização ou não das luzes no clareamento dental. Além disso, somente com a intervenção do cirurgião-dentista é que o paciente poderá estimar o tempo e o que esperar como resultado do seu tratamento, conhecendo o passo a passo de todo o processo.

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