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Preenchimento Gengival: o que é, por que e como fazer

Conforme já vimos abordando em outros artigos, sabe-se que o cuidado com a gengiva é fundamental para o melhor resultado estético nos casos de reabilitações, independentemente de corresponderem a próteses sobre dentes ou a implantes. Por isso mesmo é que o preenchimento gengival vem despertando cada vez mais interesse naqueles que realizam diversos tratamentos. O desafio, no entanto, sempre esteve em como proceder para que essa intervenção se efetivasse de um modo que não fosse nem invasivo nem doloroso – ou, ao menos, que os fosse o minimamente possível. Além disso, quanto mais simples e rápido fosse o processo… melhor!

Hoje, graças aos mais modernos recursos disponíveis na área da Odontologia, existem técnicas usadas com biomateriais para recuperar o volume tecidual da gengiva nos casos em que houve a perda desse volume, sobretudo após as extrações e a colocação de implantes dentários.
Para que possamos compreender melhor como se dá o preenchimento gengival, é necessário ter em mente que os biomateriais são compostos de diversas origens (naturais ou sintéticas) utilizados na substituição de sistemas biológicos, cuja função está em auxiliar na reparação do tecido que foi lesionado. Em outras palavras: estas são substâncias que buscam restaurar o devido funcionamento de tecidos e/ou órgãos do corpo humano, entre as quais constam matérias-primas como o colágeno, que é a maior classe de proteína insolúvel presente no nosso tecido conjuntivo. E, dada a sua biocompatibilidade, os biomateriais não provocam efeitos nocivos ao organismo, não tendo, portanto, quaisquer contraindicações.

Assim, para o preenchimento gengival, por exemplo, podem ser usadas esponjas de colágeno (como a Hemospon – esponja hemostática de colágeno hidrolizado (gelatina) liofilizada, também conhecida como “esponja hemostática de fibrina”), facilmente colocadas sob os tecidos com perda de volume, com resultados que podem ser imediatamente verificados pelo paciente. Essa técnica é sobretudo indicada para quem perdeu volume ósseo e gengival, especialmente após extrações dentárias e/ou implantes. Nesses casos, o chamado “perfil de emergência” das próteses pode fica comprometido, e os pacientes costumam manifestar o seu descontentamento estético com o resultado do trabalho ou o incômodo pela retenção do alimento entre o término da coroa e o início da gengiva.

O enxerto com esponja de colágeno é uma solução simples, com pós-operatório muito tranquilo e de efeito muito rápido. Outra indicação para esse recurso se dá em relação àqueles que relatam o escurecimento da gengiva sobre os dentes naturais ou próteses, o que acontece principalmente pela pouca espessura da gengiva nessa região, deixando-lhe uma mancha escura. Com uma técnica ainda mais simples, o resultado é imediato para esses casos.

Outro preenchedor aplicado para este mesmo fim é a poliamida, usada para aumentar o volume da papila – aquela gengiva entre os dentes, ou seja, o “v” entre um dente e outro, fundamental para que neles não apareçam buracos escuros (“black space”), comprometendo o êxito de um trabalho com próteses e restaurações.

preenchimento gengivalÉ sempre muito importante lembrar que, juntamente aos avanços conquistados pela Odontologia, é indispensável que todo e qualquer procedimento voltado à saúde bucal seja efetuado por um profissional competente, com reconhecida experiência na área, tendo em vista que a confiança estabelecida entre o paciente e o cirurgião-dentista é um dos pré-requisitos para o sucesso do tratamento. Por isso mesmo, para quem quiser saber mais sobre preenchimento gengival, basta entrar em contato com o SPA Odontológico Luposeli e agendar uma consulta com a sua equipe de profissionais altamente capacitada. Afinal, não há dúvida de que todos ficamos muito mais tranquilos e satisfeitos entregando o nosso sorriso a quem de fato o merece.

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